Instituto Pensar - FORBES DESTACA CRESCIMENTO DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL

FORBES DESTACA CRESCIMENTO DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL

Com o título “Depois da crise: Como o Brasil pode gerar crescimento”, o colunista da Forbes Daniel Runde, especializado na cobertura de oportunidades de negócios em países em desenvolvimento, publicou artigo destacando o potencial da indústria criativa brasileira mesmo em um momento de recessão. “As facetas mais importantes da economia brasileira estão mudando, e o futuro do Brasil se baseia em uma série de setores que recebem menos atenção do que as tradicionais mineração e agricultura. Em particular, o futuro do Brasil envolve seu crescente setor criativo”, escreve o autor.

A publicação expõe alguns números que comprovam essa tese: 5,5% dos brasileiros trabalham em áreas da economia criativa, sendo responsável por 320.000 empresas e milhões de novos postos de trabalho. Para efeito de comparação, o setor de agricultura emprega 15% dos brasileiros, mas está diminuindo rapidamente.

A agricultura é responsável por 5,6% do PIB do Brasil, enquanto as indústrias criativas geram 2,6% - exibindo um aumento de quase 70% na última década. O crescente setor criativo nas Américas responde por 14% de todos os bens e serviços exportados neste setor – USD 87 bilhões do total de USD 640 bilhões no mundo - e no Brasil, as exportações da economia criativa contribuem para a formação da marca-Brasil.

Os setores de música, cinema e mídia online contribuem fortemente para esses números. A música gravada representa uma indústria de USD 246 milhões, com vendas crescentes tanto físicas quanto digitais.

Entretanto, a reportagem destaca que a pirataria ainda é um grande entrave, especialmente para o fechamento de parcerias com empresas norte-americanas. Por outro lado, reconhece que o país trabalha para mudar as leis de propriedade intelectual para refletir as necessidades de uma indústria cada vez mais digital.

Outros segmentos destacados pelo artigo como promissores são moda, arquitetura, propaganda e marketing. 


Para ler na íntegra, clique aqui.

Compartilhado de Brasil Music Exchange.



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